Nós sempre falamos aqui de como as tecnologias de Big Data revolucionaram as empresas, proporcionando novos insights e alavancando resultados. No entanto, é importante saber que para lidar com dados é preciso muito trabalho, conhecimento, disciplina e uma equipe afinada. E é nesse último item que vamos focar o conteúdo de hoje.

Se você tem uma empresa e quer saber o que é preciso para montar um time de Big Data eficiente, ou ainda se você é um profissional de tecnologia que quer saber o que é preciso para se tornar um colaborador diferenciado no trato com Big Data, acompanhe o post de hoje que nós explicamos tudo!

Implantando o processamento de dados

Se você acha que essa é a hora da sua empresa começar a lidar com dados, porém não tem ideia de por onde começar, saiba que essa é uma realidade bastante comum. Uma alternativa para esse momento é a contratação de especialistas externos, que ajudem ou até comandem os projetos de análise. Esse, inclusive, já se mostrou um caminho eficiente para aqueles que desejam iniciar sua própria equipe. No início, principalmente quando falamos de pequenas e médias empresas, é natural que o orçamento não seja viável para a contratação efetiva desses profissionais. É importante se estruturar financeiramente e, nesse meio tempo, implantar uma cultura de dados para que a empresa esteja adaptada quando a hora chegar.

Contudo, cuidados são necessários para todos os tipos de contratação externa. Quando o time vem de fora, é necessário que, mais do que nunca, ele esteja comprometido e alinhado com o espírito da empresa, tendo acesso aos dados e entregando resultados como se fossem colaboradores diretos.

Que profissionais compõem uma equipe de dados?

Todavia, se você acha que já está pronto para ter seu próprio time de Big Data, vamos a ele. Profissionais de dados, em geral, são contratados para integrar uma equipe de Business Intelligence (BI), ou Inteligência de Negócios. O setor de BI tem cinco papéis principais, que podem ser exercidos por pessoas diferentes ou até por um grupo menor, que domine a realização dessas cinco atividades. Contudo, mais importante do que o número de profissionais envolvidos é o comprometimento de cada um deles. A área de BI exige dedicação integral, seja ela através da contratação de novos colaboradores ou da capacitação daqueles já existentes.

Os cinco papéis principais de uma área de Inteligência de Negócios são:

Gerente de BI: aqui é necessário alguém que trace e execute as estratégicas estipuladas. É preciso que essa pessoa equilibre habilidades operacionais e de negociação, para navegar entre as duas competências e coordenar as atividades envolvidas na área de BI.

Administrador de Dados: o trabalho do Data Manager é preservar a qualidade, disponibilidade e segurança dos dados. Além disso, seu papel também passa por investir na ampliação e aprimoramento da coleta e apresentação dos dados para a atividade da empresa.

Desenvolvedor: esse é o profissional responsável por criar uma estrutura que conecte dados de diversas origens, viabilizando que as informações mais importantes sejam extraídas em forma de insights, e posteriormente adaptadas e arquivadas em uma biblioteca de dados que servirá de base para as decisões corporativas.

Cientista de Dados: esse é o cargo que normalmente todo mundo já ouviu falar, mas na prática poucos sabem do que se trata. Os data scientists desenvolvem algoritmos e padrões analíticos capazes de processar um grande volume informação, usando seus conhecimentos em programação e demais ferramentas de Big Data para encontrar dados com potencial valoroso.

Analista de Dados: um dos cargos que mais exige intimidade com o universo do Big Data, o data analyst coleta, processa e organiza os dados, filtrando as informações mais importantes. Depois desse procedimento, as mesmas servem como base para a produção de relatórios visualmente compreensíveis, transformando a análise em um caminho para a extração de insights.

 

Depois de avaliar suas primeiras experiências com o time recém-criado, os resultados devem ser seriamente analisados, a fim de entender os processos que de fato funcionam, os que precisam de ajuste e os que devem ser alterados ou substituídos. É preciso compreender também o andamento da equipe como um todo para saber se já é hora de implantar novas funcionalidades ou se ainda é necessário investir mais recursos em treinamento. O que é mais importante de se ter em mente é que um time de dados deve ser um grupo de colaboradores em constante avaliação e evolução, para que eles possam acompanhar a velocidade da expansão tecnológica e atingir os melhores resultados para a empresa.

BigData Corp

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